J. Cortázar: “O Jogo da Amarelinha” (I)

“( … ) já não há diálogo ou encontro com o leitor, há somente esperança de um certo diálogo com um certo e remoto leitor.”

“( … ) as ordens estéticas são mais um espelho do que uma passagem para a ansiedade metafísica.”

“Só existe uma beleza que ainda me pode conceder este acesso [a uma realidade satisfatória]: aquela que é um fim e não um meio; e que o é porque seu criador idenficou em si mesmo o seu sentido da condição humana com o seu sentido da condição de artista.”

(Morelliana)

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